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Sabe quando amigas se reúnem para ter uma noite só de gurias?
Que conversam sobre tudo, com comidinhas e bebidinhas gostosas?
Aquela noite cheia de segredos e boas risadas?
Chamamos isso de Noite Mulherzinha!

E é esse papo bem humorado que vamos trazer pra cá.
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Workaholic recuperada, porém neurótica

Bom, chega de falar de casamentos (por um post, pelo menos ).
Afinal, além de noivas, somos mulherzinhas que trabalham – e muito!

Deixa eu contar então como passei de uma workaholic em recuperação, para uma workaholic recuperada e neurótica!


Sim, isso mesmo: antes sempre dizia que era uma dependente de trabalho e que não poderia voltar a colocar minha atividade profissional acima de tudo e de todos e blá, blá blá!
O problema é que agora eu sou absolutamente neurótica em não voltar a ser assim!

Toda vez que me empolgo com um projeto, minha primeira reação é: “NOSSA, VAI SER DEMAIS!”, só que a segunda é “DÁ PARA NÃO SE EMPOLGAR TANTO? DAQUI A POUCO VAI FICAR CEGA DE TRABALHO DE NOVO”, e isso é um saco...

Só que até conseguir um equilibro, vou ficar com um anjinho e um diabinho, um em cada lado, gritando para eu seguir apaixonada por tudo o que eu faço e outro dizendo para não me apaixonar tanto assim!


Ultimamente, muitas pessoas disseram que estou bem mais serena para resolver ou ouvir problemas. 
"Tá com cara de grávida, parece que nada te afeta!”
E fique claro: não estou! Minha resposta é sempre a mesma: não quero ficar doente por causa de algo tão simples!

E quer coisa mais simples do que viver bem?
Não há. 
E se você não concorda, simplifica um pouco mais tua vida - vai ver é isso que está faltando!


10 mitos e verdades do (meu) casamento

Sim, estou numa fase casamento!

Serei madrinha de duas noivas mega especiais pra mim em 2015. Ajudá-las (sim, porque madrinhas tem o dever de ajudar a noiva sempre!) já começou a me fazer relembrar do meu casamento. Parei para pensar em todos os conselhos que posso dar para as minhas afilhadas e em todas as furadas que posso tirá-las com a minha experiência (oi?) como noiva.

Daí lembrei de tudo que ouvi quando estava noiva. Alguns muito verdadeiros, já outros nem tanto... Aqui vão as frases que mais ouvi nessa época!

1. “Você vai ver... não vai conseguir ouvir nada, nenhuma música”MITO
Sim, todo mundo dizia que eu não ouviria nenhum acorde das músicas tão especiais que escolhemos para a nossa cerimônia. Ficava nervosa com isso! No dia, estava tão concentrada em ouvir tudo que fiz até uma surpresa para o meu pai: a música que tocou antes da saída dos padrinhos da igreja é a preferida dele. Quando começou a tocar, olhei pra ele e disse “essa é pra ti!”. Ele morreu chorando!

2.“Aproveita para comer na degustação, porque no dia você não vai comer nada!”VERDADE
Gente, você não tem vontade nenhuma! Tem tanta coisa para fazer e curtir que você não tem vontade e nem quer perder tempo comendo. Lembro que quando fui jantar no meu casamento, coloquei só salada no meu prato – Detalhe: eu odeio salada!

3. “Ai que frescura! Não tem problema nenhum mostrar o vestido” MITO
Assim, deixando toda a superstição de lado, não mostra o teu vestido!
Esse é o maior mistério da noiva e é demais quando abrem as portas e todo mundo suspira olhando para o "eleito"!

4. “Passa muito rápido”VERDADE
Gente, alguma coisa acontece que não dá para explicar! Depois da primeira dança, toca duas músicas e amanhece. Assim, bizarro! Daí, quando você olha o vídeo e vê que você passou mais de 4 horas dançando... É bem assim!

5. “As pessoas gastam demais com foto e filmagem”MITO
Isso não é gasto, é investimento! É o dinheiro mais bem gasto de todo o casamento. É a forma de você poder reviver aqueles momentos quando bem entender. Escolher aqueles profissionais que tem um olhar bem semelhante do teu é fundamental para essa lembrança ser perfeita para você! 

6. “Fome, calor, cansaço... Você não vai sentir nada”VERDADE
Gente, no meu casamento fez uns 40 graus. E isso não é exagero! Eu, com milhares de saias, olhava para o marido que secava o suor com um lenço e pensava “tá suando de nervoso, coitado!”. Só que TODOS no altar sentiam um calor que eu não tinha noção que fazia!

7. “Você tem que dar atenção para todos os convidados”MITO
Gente, não! Uma coisa é você cumprimentar todos os convidados, outra é passar a noite socializando. NÃO! Aproveita a tua festa, teu marido, tua felicidade! 
Sempre disse que noivas, no dia do seu casamento, são seres mágicos! Estamos liberadas para fazer tudo. Divirta-se sem se preocupar com mais nada!

8. “Só você vai prestar atenção nos detalhes” VERDADE
Você vai começar a organizar e vai querer tudo. Não porque é louca, mas porque vai achar que tudo é realmente necessário... mas não é! Gente, ninguém vai notar qual era o porta-guardanapo, quantas folhagens tinham na entrada do salão ou se tinha ou não uma tapadeira que parecia tão importante num determinado momento. Só você vai perceber isso, juro!

9. “Ai, casar é muito gasto. Porque vocês não vão viajar com esse dinheiro? É um investimento melhor.”MITO
Não há viagem que se compare a experiência de jurar perante Deus e seus amigos mais queridos, amar uma pessoa para toda vida. Conheço pessoas que pensavam assim “nunca vou casar, vou usar esse dinheiro para viajar”... E quer saber, tá planejando casamento agora, por (talvez!) sentir a falta de um ritual para celebrar o amor!

10. “Você vai sentir uma felicidade impressionante!” VERDADE
Verdade, verdade, verdade!
É surreal o sentimento que temos quando o sino toca, quando vemos o noivo, os padrinhos, quando dançamos... É de verdade, uma felicidade que você jamais sentiu igual.
Só quem viveu sabe! Aconselho: quem puder/quiser sentir isso, vale muito a pena! 

Talvez, minha foto preferida!


Amizade depois dos 30!

Quanto mais velhos ficamos, menos tempo queremos perdem com bobagens.
Especialmente, quando se trata de relações.
Queremos apenas as mais profundas e verdadeiras.

Estou nessa fase!
Não quero ter mil conhecidos no facebook, quero 20 amigos verdadeiros, que posso passar semanas sem falar que nada vai mudar ou aqueles que falar todo dia não é o suficiente!
E posso afirmar: eu tenho!
Mas, quando você chega no ano dos 30, você começa a realmente “descartar” quem não faz diferença na sua vida. E sem culpa! Simples assim!
E isso é libertador!


Acho que a vida que nos obriga a essa (SÁBIA!) escolha.
Agendas lotadas e prioridades distintas nos afastam e, ao mesmo tempo, nos aproximam de algumas pessoas. Ficamos mais seletivos, procuramos pessoas com quem já temos afinidades estabelecidas. Parece que não temos mais tempo – e paciência – a perder com que não compartilha os mesmos valores que você.
(Importante: valores não quer dizem opinião, ok?!)

Estudos mostram que adultos não costumam firmar novas amizades. Isso porque já temos claro o que é bom para nós e, uma nova pessoa se encaixar naquilo que pensamos, é difícil. Não concordo muito!
Acredito é que não fazemos mais questão de ser “popular”. Sabe quando entramos em um trabalho novo? Não queremos ser amigo de todos, mas queremos conhecer uma ou três pessoas especiais.

Nem acredito que escolhas pessoais podem acabar ou fortalecer amizades. Tenho amigos casados, solteiros, baladeiros, com filhos, de direita e de esquerda, engajados e alienados e por aí vai!
São todos especiais, cada um de uma maneira!


Esse texto, que por momentos pode parecer amargo, é na verdade um culto ao amor. Me parece claro que escolhendo quem tem prioridade nas nossas vidas. Quem “vale a pena” de verdade.
Eu já fiz minhas escolhas e estou bem feliz com elas!


As minhas (não) férias e novas prioridades

Minhas férias!
Vai dizer que todo início de ano escolar você não tinha que fazer essa redação? Tédio!
Azar, vou fazer nesse primeiro texto de 2015 no bloguinho “as minhas (não) férias”, afinal, foram uns 3 meses muito intensos.

- Nota bem importante: não tive férias de verão nesse 2015. Trabalhei todos os dias de janeiro e fevereiro. Por isso, não venha achando que irei narrar grandes aventuras, OK?!

O ano novo foi na beira da praia com o marido. Delícia!
Dia 2/1, cama! Legal, né #sqn
(Estava aí o primeiro sinal que novas prioridades deveriam ser pensadas)

Janeiro foi com semanas quentes e produtivas de trabalho e finais de semana na praia. Ah, e foi interrompido com um mega evento: Foo Fighters, bebê!

(tá esse show, merece um post especial aqui no bloguinho)

Daí, vem o feriado de Navegantes! Vem Maragogi!
E foi lindo, maravilhoso, incrível! 
Isso tudo, todo mundo já sabe. Coloca no google imagens que você vai ver que lugar maravilhoso.


Mas, lá me ví num lugar onde ninguém se preocupa com horários, sinal wifi ou o aviso do iphone que só restam 20% de bateria. Nos dois primeiros dias, entrei em colapso. Depois, percebi que eles são bem mais felizes e sabiam aproveitar o tempo melhor do que eu!
E esse foi um ensinamento pra vida!

A Pam chegou <3 E passamos um final de semana juntas!!!


Chegou o carnaval e “veio uma aranha nos incomodar”.
Uma marrom, para ser mais específica. Na segunda-feira de carnaval, Morena foi mordida e, essa pequena gota de veneno, tem feito nossa filhote lutar pela vida até agora.
(vocês não tem noção o estrago que esse pequeno bicho faz).


Com a Morena internada, minha tendinite ressurgiu das trevas e atacou minha mão direita de tal forma que imobilizar foi a única solução vista pelo meu médico.
Nesse mesmo dia, a tristeza da perda de uma pessoa querida me derrubou.

Estava acabada!
Depois de dias de tristeza, saudades da cã e dor, resolvi rever as minhas prioridades!

Talvez, essa seja a resolução de 2015: descomplicar. Simplificar.
Tarefa difícil! Mas, estou começando aos poucos. A evolução já começa a aparecer: saí de sandália sem ter feito o pé! Simplório? Pra mim, isso é uma proeza enorme - que não me orgulha nada!
Vou tirar 10 dias de férias agora, e tenho esse tempo para me reorganizar e aprender a simplificar mais a vida!

Boa sorte pra mim!

Não. Não gosto de seriados!

É estranho. Nos dias de hoje, mais ainda...
Mas, eu não sou fã de nenhuma série de TV. Acreditem!
E isso, hoje, me exclui de algumas rodas de conversas e, até, dificulta novas amizades...
Porque, vamos combinar, todo mundo ama uma ou 10 séries.


E não é por falta de espaço na vida.
Apenas, não consigo virar "fã" de nenhuma. Gosto de House, Law  & Order e assistia alguns episódios de Sex and the City. Nada além disso!

Talvez não tenha paciência de esperar semanas para próximos episódios, sei lá!
Acho que não gosto mesmo é do formato. Afinal, gosto de histórias, de literatura só não gosto de séries!
E como é difícil não gostar... Parece que temos obrigação de nos tornarmos fãs de alguma série. Que temos que saber diálogos e passar horas discutindo possíveis finais de personagens de séries que duram longos anos.

Quando me perguntam se vejo alguma - e a resposta é sempre não! - vem a parte mais chata: "Ah! É porque você ainda não viu essa. Você tem que ver! É assim...".
Putz! Chaaaato!


Acho que o meu cérebro não foi "educado" para tal entretenimento televisivo. E quer saber: nem pretendo educá-lo!

Deixa ele assim: amando García Márquez e Machado de Assis, sem dificuldade nenhuma em ler Saramago, adorador de documentários e sabido dos diálogos da Cinderela minha princesa preferida!

Mas isso é assunto de um próximo texto... :)

Um maduro amor adolescente

Essa notícia acabou com a minha vida:



Tem noção? Backstreet Boys em Porto Alegre!
É muita emoção para o meu pequeno coração <3

Quando saiu a notícia, já avisei mana e a Lê - amiga de looonga data, com quem compartilhei esse amor platônico.
Lembro, perfeitamente, quando eles vieram em 2001. O show Black & Blue passou pelo Rio e por São Paulo e eu passei dias chorando. Coisa de adolescente que assinava o nome como Juli Carter – sim, o Nick é o meu preferido!

Sabe esse show? Eu não fui!

O engraçado é que depois desse show, briguei com a banda. (Re)Comecei a ouvir mais rock, conhecer sons mais pesados e esqueci das coreografias e dos coros com cinco vozes, absolutamente modificadas em estúdios.

Tive aquela fase de negar até a morte que gostava deles, aquela de pensar o que fazer com todos os CDs que tinha e não ter a menor de colocar no lixo todas as revistas e fotos.

Agora, mais velha, conto para todo mundo que amava eles e sigo espalhando por aí que vou no hotel para conhecê-los – isso seria muito engraçado! Ainda tenho os CDs, que ainda tocam quando fazemos noites mulherzinha aqui em casa!

Se eles vierem mesmo pra cá, aguardem “cenas dos próximos capítulos”!
Se não rolar, pelo menos ficam as risadas por tentar lembrar as coreografias com as gurias.


Escreve sobre isso no teu blog!

Essa frase – e todas as suas derivações – é corriqueira na minha vida.
Não é mentira que quando pensei no blog a ideia principal era ter um registro de todos os pensamentos, teorias e histórias malucas que eu e minhas amigas tínhamos.
A ideia era ter muitas “noites mulherzinhas” durante a semana.


Por isso, sempre que vemos o número de acesso ou alguém se refere ao bloguinho, fico muito surpresa!
Estranho, né?!
Porque parece óbvio: se você tem um blog, publica coisas, as pessoas podem ler!

Só que, não sei quantas vezes, alguém faz comentários do tipo “também lembro das coreografias do é o tchan!”, “e aí, Sandy!” ou “também gosto de rock e Anitta!” e  pergunto surpresa: como vocês sabe disso?
Horas, Juli. Porque você postou no blog!

Mas, além isso, muitas vezes sou “pautada” e – CONFESSO – toda vez que isso acontece, começo a escrever textos mentalmente. E alguns dos textos que publiquei, são inspirados nas sugestões que vocês me dão!


Acho que vou seguir surpreendida – e, às vezes, envergonhada – quando se referirem aos nossos textos do bloguinho. Mas, adoro ver como ele tem me aproximado de pessoas!


Síndrome do passinho

Eram duas as recomendações médica: atividade física e desestressar.
Por total falta de tempo (e um pouco de falta de vontade também, admito!) resolvi unir as duas indicações e procurei uma aula de dança. Na frente do meu trabalho, duas vezes por semana, bem na hora que saio.
Como trabalho muito pertinho da casa da Ana, convidei ela para ser minha parceira na indiada. E lá fomos nós para a aula de ritmos – única que combinava com os nossos horários. 
Bem sinceramente, no início não achamos uma grande coisa. Mas, era o que conseguíamos!

Até que começamos as ser afetadas com a síndrome do passinho. Consiste em prestar atenção em passos de dança e tentar imitá-los mentalmente. E quando estamos em algum lugar e toca uma música que dançamos na aula, QUE SACO!
Repasso tudo na cabeça!

Diagnóstico...


No fundo, hoje nos divertimos muito com isso!

A Ana começou a dançar Zumba em casa. Na frente da TV.
Sempre disse que ela era maluca. Mas, depois da síndrome do passinho, resolvi aderir ao movimento e a rima será Anitta (ah... que novidade!).
Sim, basta tomar coragem, fechar as janelas da sala e deixar a Morena no quarto para aprender as coreografias da moça.

Final da aula, as duas podres!


O fato é que estou conseguindo atender as recomendações do Dr. Fernando e estou me divertindo muito com as minhas aulas com a Ana, com os passos que não sabemos fazer e com o desafio de dançar na frente da TV. 


Um texto bem pessoal!

Todo mundo diz que quando passamos por uma situação se quase morte, passa um filme com toda vida na nossa cabeça. Como nunca vivi isso, não posso confirmar se é verdade... Mas, nos últimos dias, passei por algo bem parecido!

Quem me conhece, o mínimo que for, sabe que a pessoa mais importante da minha vida é o meu pai. E ele me deu um susto tão grande que descobri que, quando estamos prestes a perder alguém que amamos muito, também "assistimos" um filminho!

Foram horas de uma angústia sem fim, horas de um filme de suspense e terror!
Sabe quando você começa a pensar se realmente fez tudo o que podia por aquela pessoa?

que não fui no último jogo do Grêmio com ele, porque estava cansada. Que não tinha falado pra ele o quanto o amava, antes dele entrar na cirurgia, que não tinha dado o neto tão sonhado por ele... Que, como o Olímpico ainda "está de pé", poderia espalhar as cinzas dele lá!
Quando me vi planejando isso, parei e rezei!

Pausei o "filme" e fiz o cérebro capricorniano parar de planejar tudo. Entreguei ele, com todas as minhas forças, para Deus.
E, segundo o médico, foi Ele que fez meu pai ficar aqui comigo!

Talvez para que eu possa realizar os sonhos dele, dizer todos os dias como ele fundamental na minha vida, para que eu possa escrever um texto com final feliz no bloguinho!

Mas, o que me fez mais feliz foi pensar que não há nenhum arrependimento ou mágoa! Há um amor infinito, e que ainda tem muito o que ser vivido!

Pai, te amo!
Vê se não me assusta mais, ok?!

Sonhos de criança

Esses dias, fiz uma dinâmica no trabalho que me abriu a cabeça! Sim: eu proponho e eu me admiro com os resultados!
Era assim: tínhamos que, através de uma foto nossa criança, lembrar dos nossos três principais desejos/sonhos de quando tínhamos aquela idade. Qualquer um! Do plano mais complexo  ao sonho mais besta!

Vamos aos meus!
A primeira coisa que lembrei foi que o meu sonho era ter uma máquina de sorvete. Pedi várias vezes e o Papai Noel NUNCA me deu. #trauma

Era esse o meu sonho de consumo!

Depois, lembrei que minhas Barbies sempre casavam na igreja e tinham filhos. Taí meu segundo desejo!
E, além de casar e engravidar, elas sempre trabalhavam fora. Na verdade, eram executivas - apesar de nem sonhar o que isso significava! Então, trabalhar fora era o terceiro plano!

Essa era a minha Barbie noiva

Então, me dei conta que sigo com os mesmos desejos!
Sorvete é a sobremesa preferida da vida. Tudo bem, não comprei a máquina, mas sigo comprando litros e gastando muito em buffets na praia.

Casei! Como sempre sonhei. E filhos estão no plano.
[olha aí!]

E ter uma carreira nunca foi um sonho, sempre foi algo óbvio!

A questão é que isso se repetiu com todos os que participaram da dinâmica: ou os sonhos se realizaram ou vinham acompanhados das frases "mas isso ainda vou fazer" ou "isso, de certa forma, realizei!".

Moral da história: somos bem mais sábios quando crianças.
E, muitas vezes, quando tivermos que tomar uma decisão adulta e madura na vida, é mais fácil pensar como nós decidiríamos com 5 anos! 
Provavelmente, seja a decisão correta!


Tia de escola!

- Amor, olha ali um super herói?
- Quê???
- Um super herói fortão, ali!
- Mas você ta bem tia de colégio mesmo!
- ...
- Ninguém estava percebendo a criança vestida de super herói no meio do shopping, nem a mãe dele estava dando bola... E foi a primeira coisa que você viu quando chegou!

E o pior é que o marido tinha razão!

Comecei a trabalhar em uma escola em janeiro.
E como meus irmãos são profes, sempre me achei diferentona por ser  da comunicação. Claro que o jeito de fazer comunicação em uma escola, sempre me intrigou. Eu e a Ana discutimos diversas vezes como vender para um “cliente que nem sempre tem razão”. 

A questão é: quando comecei no colégio, nem sonhava o quanto me envolveria com os alunos.

Oito meses depois, quero amarrar os tênis das crianças no shopping, pergunto sobre as notas dos estudantes e estou sofrendo (desde agosto!) com a formatura do pessoal do 3º ano. Alguns já se tornaram amigos e, outros (ou os mesmos!) são leitores do bloguinho! 

Quem me conhece há tempo sempre fala “quem te viu quem te vê!”, “você com crianças?”, ou coisas parecidas! 

Essa sou eu "trabalhando" na páscoa!

Agora, entendam: é tanto carinho, é tanta energia boa que seria impossível não me envolver. Como eu, a pessoa que mais se envolve com tudo no mundo, não vou amar e me preocupar por seres tão especiais?

Sim, virei tia de colégio!
Quando me chamam de profe eu atendo com grande naturalidade e acho a coisa mais fofa quando eles me abraçam e me chamam de “mamãe”!
Sim, porque hoje sou mãe de "crianças" de 16 anos e me muito orgulho dos meus filhos :)

Sorte minha que sou uma comunica (minha paixão), mas recebo o amor que os professores ganham todos os dias!



A vida é feita de pessoas legais

Sempre que escuto Engenheiros, me impressiono com as letras do Humberto.
Sério, ele é genial!

Daí, acabo de me lembrar que conheci e trabalhei com ele. E que a admiração só cresceu!
Lembro, perfeitamente, da nossa primeira conversa... Tínhamos uma reunião marcada e nós éramos os únicos a ter chegado.
- Acho que chegamos cedo.
- Sim, eu sempre chego antes de todo mundo!
- Eu também, é uma mal de capricorniano.
- É verdade, também sou capricorniana!
- É?! Então vamos nos dar bem!

Depois das devidas apresentações e de ficarmos esperando mais uns 10 minutos o resto da equipe chegar (ninguém era caprica como nós!) começamos a reunião!
Eu? Deixei a fã em casa e nem uma selfie fiz com ele :)

Tipo selfie, só que não!

Mas, o Humberto foi uma das várias pessoas legais que conheci nessas (quase) três décadas. Quando trabalhei com cultura então, cada dia era um ser mais interessante do que outro. É como é bom pensar nisso!
“Famosos” ou não, conheci tanta gente inteligente, com histórias legais, com senso de humor, tanta gente para se inspirar, para aprender.

Minha deusa da literatura Claudia Tajes, que nunca autografou um livro meu, é uma das gratas surpresas da vida. O que falar da família Pereira? Que orgulho de ter meu nome nos agradecimentos do livro mais legal que ajudei a produzir!

Tantos professores, escritores, músicos... Lembro que a morte do Tatata e do Nico me abalou profundamente. Que pessoas incríveis... que falta fazem no mundo!

*****

Mas, o que mais tenho carinho desse meu passado (bem recente) são os amigos que fiz. E como é bom trabalhar com amigos verdadeiros. Meses depois de ter saído, voltei ao meu antigo trabalho para rever as pessoas. Gente, como é bom sair de um trabalho e deixar amigos guardados – independente de escolhas profissionais!
Uma vez minha irmã, a Ana!, me disse que não há nada melhor do sair de um emprego deixando as portas abertas.
É verdade...

Mas, tenho que estender essa definição. Pra mim, a vida é feita de momentos felizes e de pessoas legais!

E eu tenho a sorte de ter conhecido muitas pessoas incríveis na minha vida e ter vivido momentos tão especiais com elas.

Como é bom fazer o que se ama e compartilhar com pessoas queridas!

[esse texto pode ter ficado bem esquizofrênico... Isso deve-se ao fato de eu ter despejado muitas emoções numa página de Word. Olha o que Engenheiros faz comigo!]

Uma das músicas preferidas da vida!




Um blog mulherzinha, que poderia ser sobre futebol

Quando tive a ideia do blog, eu bem que poderia ter dito: gurias, vamos fazer um blog sobre futebol? 

Tenho a certeza que a adesão seria a mesma!

Somos meninas que amam futebol! AMAMOS DE VERDADE!
Sócias de seus clubes, apaixonadas por seus times e entendidas de esquema tático e regras.
Quer ver?!

Sou a gremista do blog. Absolutamente, apaixonada pelo Imortal desde muito cedo. Lembro que quando era pequena, e que queriam que eu torcesse pelo coirmão, pedia para o meu pai bandeiras e camisetas iguais a do meu irmão (gremista por herança paterna). ODEIO que me perguntam: e no Rio você é o quê? Gremista! Sou gremista e ponto final.
Porém, confesso que na Copa do Mundo vesti uma outra camiseta!
Torci muito pela Alemanhã! Muito... tipo como se fosse o Grêmio!

Eu no saudoso Olímpico e, na casa do coirmão, torcendo pela Alemanha na Copa


Rivalidade GRE-nal a parte, vou tentar mostrar como somos loucas por futebol! Olha as gurias aí embaixo:


Ana no Beira Rio e com sua camiseta autografada pelo Van Persie! Sim, ela correu atrás da Holanda durante a Copa e conheceu o cara. Depois de dar algumas entrevistas, levou a camiseta para o jogo e, diz ela, vai colocá-la num quadro!
A Pam, tem seu coração dividido! Colorada desde pequena e torcedor do Newell's Old Boys por amor. e, vou dizer, ela é fanática pelos dois clubes!!! Como consegue? 
Pra quem será que ela torceria num confronto de Inter X Newell's???

O fato é que somos gurias, bem mulherzinhas, que podemos passar 1 hora falando sobre maquiagem e, também, umas 3 falando de futebol!


Registro: Um dos raros momentos que fiquei do mesmo lado delas, mesmo com aquele "falso" ARG X ALE!
Quem sabe, não criamos uma coluna sobre futebol?!



(Também) sobre ter 30!

Sei que muita pretensão minha, aos quase 29 anos, querer falar em envelhecer. Mas, acho que toda mulher que chega aos 30, começa a se ver de forma diferente.

Sempre disse, e continuo afirmando, que chegar aos 30 é libertador pra mim!
Nós, capricornianos, nascemos velhos. E isso é fato!
Somando essa afirmação astrológica com a minha vida, é fácil entender porque falo isso:
- já sou casada;
- não tenho paciência para noites malucas ou festas cheias;
- meus cabelos brancos estão me tornando cada dia mais loira;
- sei exatamente onde fica o nervo ciático;
- não troco um banho quente por nenhuma grande aventura;
E por aí vai...

A questão é que os 30 nos fazem pensar se tudo o que pensávamos quando adolescente se concretizou. Se estamos no caminho certo.
Nosso corpo não responde tanto aos nossos comandos e aquela dieta, que há alguns anos nos fazia perder 5 quilos em uma semana, não funciona mais!
O tal relógio biológico também desperta de uma maneira "juvenil" e inconsequente.
Não queremos mais um cara bonito. Queremos alguém inteligente, com ideologia e coerência na vida, culturalmente interessante, bonito, simpático, gentil e charmoso.
Nos tornamos mais exigente e mais medrosas. Aquele tempo de jogar tudo pro alto, acabou. Nos cobramos seriedade, resultados e uma vida mais calculada e bem resolvida.


Esses dias, ouvindo uma entrevista sobre como era para um galã envelhecer, Edson Celulari foi questionado sobre o que ele esperava dessa etapa da vida.
 "Eu quero ter discernimento, só isso!"
Sério. Perfeito!
É isso mesmo! Ter discernimento.
Talvez, seja isso que nos falte aos 30.

A questão é que dos 20 aos 30 mudamos nossas vidas por completo! Uma década que tudo se transforma. E a principal mudança é que nos tornamos adultas, e isso já é o bastante para nos apavorar: será que é essa mulher que eu quero ser? 



O que eu penso?
Meu lema de vida é que só temos uma vida para ser feliz, por isso não podemos desperdiça-la. Não acho que é aos 30 que devemos resolver nossas vidas, como essa crise dos 30 nos aponta! Mas, como é difícil me convencer de tirar esse peso das costas!


Antipatia X Timidez

Esses tempos, aqui no blog, fui acusada de ser uma “antipática de espírito”!
E fui acusada por uma pessoa que me conhece desde pequena e muito bem, ou seja, ela deve ter razão no que fala!

Na bem da verdade a minha timidez é confundida, 99% das vezes, com antipatia. Mas, olha a diferença: 
Antipatia (do grego antipathéia, pela junção de anti = contra e pathéia = afeição)
A timidez ou o acanhamento pode ser definida como o desconforto e a inibição em situações de interação pessoal que interferem na realização dos objetivos pessoais e profissionais de quem a sofre.
Quando pequena, minha timidez era daquelas que não me deixava largar a saia da minha mãe em lugares públicos, fazer escândalos gigantes nos primeiros dias de aula e não falar com ninguém que não conhece muito bem, até para aprender a ler, meus pais recorreram a uma psicóloga.


Quando cresci, me dei conta que precisava vencer aquilo que me derrubava a cada vez que tinha que falar em público, por exemplo. Não sei explicar que técnica usei (e ainda uso!), apenas passava dias mentalizando que dominava o assunto e que deveria ser muito tranqüilo e tal. Dava um nervoso por dentro, mas, pra quem vê de fora, é tudo maravilha. Agora, se alguém vinha falar comigo depois... Pânico! Vergonha!

Ou seja, para os outros, não sou tímida, sou antipática mesmo. Claro! Falar para centenas de pessoas, OK!, agora tirar uma dúvida ou iniciar a conversa com um desconhecido é o caos!


E o pior: ainda sou assim! 
E por pura timidez. Hoje, lido melhor com “estranhos”, consigo conversar e tal.
Quem me conhece desde pequena, estranha minha “falta de vergonha”! Quem me conhece agora, me acha antipática.

É, acho que não vou fugir do estigma de ser antipática!


Admito, curto a Anitta!

Nasci em uma família de roqueiros. Aprendi a amar Beatles desde muito cedo, sempre ouvi Elvis (meu pai é mega fã) e, para não dizer que não tive um lado pop, costumo dizer que aprendi a falar cantando Lulu Santos e Tim Maia.


Aprendi a amar - sozinha! - MPB e samba de raiz. Lembro do meu sofrimento, com 8 anos, com a morte do Tom Jobim e AMO Noel Rosa.

Tive a sorte de ser uma adolescente de Porto Alegre, nos anos 2000. No boom das bandas gaúcha! Shows de rock todos os finais de semana e, para ouvir, Ramones, Green Day, Red Hot, Rage Against The Machine....

Não faz muito, vive a maior emoção musical da minha vida: vi o Paul McCartney ao vivo! Nas três primeiras músicas fiquei em choque, estatelada! Quando ouvi as primeiras notas de Hey Jude (que, na minha versão é Hey Juli!!!), as lágrimas começaram a cair de forma descontrolada! 

Eu e o Maca!

Tá, e o que todo esse (provável) bom gosto musical tem haver com a Anitta?
Simples, tenho um lado bem bagaceiro!
Quer ver como esse lado B sempre foi forte em mim:
- amava a Xuxa;
- sempre fui fascinada pelos anos 80;
- sabia (e ainda sei) todas as coreografias do É o tchan;
- sei todas as letras dos grandes pagodes dos anos 90;
- a música Evidências, do Chitão e Xororó, é uma das preferidas da vida;


- e a minha banda preferida da adolescência foi Comunidade Nin-Jitsu. E, tratem de respeitar, por que AINDA É! Quer banda mais perfeita: une rock pesado (e muito bem tocado!) com funk e patifaria!!!

Eu, meu pai e os guris da CNJ em maio desse ano!


Vamos ao case que dá nome para esse post!
Quando conheci a Anitta achei demais, era tipo a evolução bagaceira da Kelly Key! Perfeito!!!
Fiz todo mundo ao meu redor conhecer! A Pam foi uma que converti para o fã clube!
Lembro de chegar no trabalho (e eu trabalhava com Cultura nessa época) e mostrar os vídeos mais bagaceiros que existiam dela no youtube!

Normalmente, mostrava esse vídeo :)

E posso dizer: gosto dela exatamente por isso! Não ficou inventando desculpinha do tipo ela é feminista e tal! Gosto da bagaceirisse das músicas, dela dançando (um dia, quem sabe eu consiga!), e de ela "cagar" para o mundo!
Sério, ela é demais!
Tá, mas ela falando é insuportável! Sim, é! Tanto que aprendi a imitar ela e ligava para a Ana falando "ooooiiiiii maaaaanaaaa"!

Escrevi esse texto, ouvindo o DVD dela! 
Agora, que está tocando Show das Poderosas e os créditos estão subindo, me despeço!


 
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