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Sabe quando amigas se reúnem para ter uma noite só de gurias?
Que conversam sobre tudo, com comidinhas e bebidinhas gostosas?
Aquela noite cheia de segredos e boas risadas?
Chamamos isso de Noite Mulherzinha!

E é esse papo bem humorado que vamos trazer pra cá.
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Ainda sobre Casamentos, é claro!

Simmmmm nos empolgamos com casamentos, muito, de verdade. E com a notícia de dois casamentos surgindo na vida das nossas blogueiras voltou com tudo esse assunto. A Ana já escreveu sobre o ano ímpar, e como é ser uma noiva não noiva. Já a Juli (a única casada, por enquanto, no blog) sobre os mitos e verdades sobre casamentos.

E eu? Que escrevo? Não sou noiva, nunca fui casada, e minha única experiência com casamentos foi como madrinha. Então decidi escrever como passei de “Casar? NUNCA” para “Já tenho a data do casamento sem ter noivo”, já que me falta um pedido ainda. Né amor?!


Fui madrinha de casamento de um primo quando eu tinha uns 18, 19 anos. Me lembro que na época pensava como as pessoas gastavam tanto dinheiro para uma noite. E não era só com casamentos. Eu sentia a mesma coisa quando as pessoas gastavam o que não tinham por uma festa de 15 anos. Nos meus 15 tudo o que eu queria era um computador.

Até que... fui no casamento de uma amiga de infância. E foi simplesmente INCRIVEL. Não parecia ser uma festa cara, mas me apaixonei pelos detalhes, pelo vestido, pelo vídeo dos noivos e principalmente pela alegria estampada na cara deles. Pronto. QUERO CASAR. MUITO. Com tudo que tenho direito. Depois como madrinha da Juli pude vivenciar o desejo de um casamento mais de perto e fui cada dia mais tendo a certeza que também queria tudo aquilo pra mim um dia.

Agora vivo sonhando acordada com tudo que tenho planejado para o meu casamento. Não sei se pretendo casar de papel passado mas da festa não abro mão. O Pablo nunca pensou em casar também... e me lembro de um comentário no meio da festa da Juli e do Gabriel: “Deu até vontade de casar” “É um pedido? :D” “Ainda não. Só te estou dizendo que quero festa também”. Algo é algo né gente. :)

Agora nos divertimos pensando em coisas para o nosso futuro (espero não tão longe) casamento. O bom de ter gostos muito parecidos é que todas as minhas ideias ele aprova. Confesso que já tenho uns 15 modelos de vestidos no meu carrinho de compras do Ali Express. E que minha maior dúvida é casar no Brasil ou na Argentina?

Acreditem, tenho tudo planejado. Para o lugar que for. Só me falta o anel.




10 mitos e verdades do (meu) casamento

Sim, estou numa fase casamento!

Serei madrinha de duas noivas mega especiais pra mim em 2015. Ajudá-las (sim, porque madrinhas tem o dever de ajudar a noiva sempre!) já começou a me fazer relembrar do meu casamento. Parei para pensar em todos os conselhos que posso dar para as minhas afilhadas e em todas as furadas que posso tirá-las com a minha experiência (oi?) como noiva.

Daí lembrei de tudo que ouvi quando estava noiva. Alguns muito verdadeiros, já outros nem tanto... Aqui vão as frases que mais ouvi nessa época!

1. “Você vai ver... não vai conseguir ouvir nada, nenhuma música”MITO
Sim, todo mundo dizia que eu não ouviria nenhum acorde das músicas tão especiais que escolhemos para a nossa cerimônia. Ficava nervosa com isso! No dia, estava tão concentrada em ouvir tudo que fiz até uma surpresa para o meu pai: a música que tocou antes da saída dos padrinhos da igreja é a preferida dele. Quando começou a tocar, olhei pra ele e disse “essa é pra ti!”. Ele morreu chorando!

2.“Aproveita para comer na degustação, porque no dia você não vai comer nada!”VERDADE
Gente, você não tem vontade nenhuma! Tem tanta coisa para fazer e curtir que você não tem vontade e nem quer perder tempo comendo. Lembro que quando fui jantar no meu casamento, coloquei só salada no meu prato – Detalhe: eu odeio salada!

3. “Ai que frescura! Não tem problema nenhum mostrar o vestido” MITO
Assim, deixando toda a superstição de lado, não mostra o teu vestido!
Esse é o maior mistério da noiva e é demais quando abrem as portas e todo mundo suspira olhando para o "eleito"!

4. “Passa muito rápido”VERDADE
Gente, alguma coisa acontece que não dá para explicar! Depois da primeira dança, toca duas músicas e amanhece. Assim, bizarro! Daí, quando você olha o vídeo e vê que você passou mais de 4 horas dançando... É bem assim!

5. “As pessoas gastam demais com foto e filmagem”MITO
Isso não é gasto, é investimento! É o dinheiro mais bem gasto de todo o casamento. É a forma de você poder reviver aqueles momentos quando bem entender. Escolher aqueles profissionais que tem um olhar bem semelhante do teu é fundamental para essa lembrança ser perfeita para você! 

6. “Fome, calor, cansaço... Você não vai sentir nada”VERDADE
Gente, no meu casamento fez uns 40 graus. E isso não é exagero! Eu, com milhares de saias, olhava para o marido que secava o suor com um lenço e pensava “tá suando de nervoso, coitado!”. Só que TODOS no altar sentiam um calor que eu não tinha noção que fazia!

7. “Você tem que dar atenção para todos os convidados”MITO
Gente, não! Uma coisa é você cumprimentar todos os convidados, outra é passar a noite socializando. NÃO! Aproveita a tua festa, teu marido, tua felicidade! 
Sempre disse que noivas, no dia do seu casamento, são seres mágicos! Estamos liberadas para fazer tudo. Divirta-se sem se preocupar com mais nada!

8. “Só você vai prestar atenção nos detalhes” VERDADE
Você vai começar a organizar e vai querer tudo. Não porque é louca, mas porque vai achar que tudo é realmente necessário... mas não é! Gente, ninguém vai notar qual era o porta-guardanapo, quantas folhagens tinham na entrada do salão ou se tinha ou não uma tapadeira que parecia tão importante num determinado momento. Só você vai perceber isso, juro!

9. “Ai, casar é muito gasto. Porque vocês não vão viajar com esse dinheiro? É um investimento melhor.”MITO
Não há viagem que se compare a experiência de jurar perante Deus e seus amigos mais queridos, amar uma pessoa para toda vida. Conheço pessoas que pensavam assim “nunca vou casar, vou usar esse dinheiro para viajar”... E quer saber, tá planejando casamento agora, por (talvez!) sentir a falta de um ritual para celebrar o amor!

10. “Você vai sentir uma felicidade impressionante!” VERDADE
Verdade, verdade, verdade!
É surreal o sentimento que temos quando o sino toca, quando vemos o noivo, os padrinhos, quando dançamos... É de verdade, uma felicidade que você jamais sentiu igual.
Só quem viveu sabe! Aconselho: quem puder/quiser sentir isso, vale muito a pena! 

Talvez, minha foto preferida!


Universo Paralelo

Minha pagina preferida no facebook, depois do nosso bloguinho e da minha pagina de foto é a “Disney Irônica”, fico horas olhando as postagens deles e me identificando com cada post. Nesse mesmo dia tinha começado a escrever um texto para o blog sobre como me sinto (eu e o mundo) quando estou de fones de ouvido ouvindo minhas musicas favoritas e me deparo com esse post da Disney Irônica:



Depois de rir por minutos me dei conta o quando realmente me imagino em cada clipe. Clipes que invento na minha cabeça. Acho que por ser uma cantora frustrada (já que meu sonho era ter uma banda de rock e não sei cantar, muito menos tocar um instrumento) e uma ex-bailarina me ajudam na criatividade nesse momento.

Algumas músicas me imagino só dançando, algumas me imagino cantando por ai, outras invento clipes... tem uma que escuto sempre que é a musica do clipe das madrinhas do meu casamento (olha o ponto que a pessoa chega), já sei como vai ser tudo. Vai chegar o momento e já tenho tudo bem pensado. As vezes andando pela rua tenho que me segurar para não estar cantando alto, ou dançando, ou mechendo os braços e fazendo caretas. Nos sentimos em outro lugar, mas ainda estamos aqui (que pena).

Tenho musica para um solo de balé com tutu vermelho e rock pesado. Tenho musicas para solos de street jazz, para momentos especiais, para surpresas, para tirar fotos, para preparar a comida, para caminhar sorrindo e até para dançar loucamente.



Como os fones de ouvido nos fazem entrar em um universo paralelo só nosso, e como o mundo fica colorido e mais leve. Em um momento tu podes ser tudo que quiser ser, só precisa de música boa, imaginação e uma pitada de loucura. E quantas vezes a gente acaba voltando à música antes que ela termine só pra voltar a imaginar tudo outra vez?


Eu? Acabei de voltar uma. :)

Ano ímpar

Adoro ano ímpar!

2015 não está deixando por menos. Os anos ímpares sempre me proporcionaram realizações pessoais e profissionais que me deixaram com a certeza de que quando os ímpares chegam, trazem com ele as melhores notícias.

Os maiores sonhos da minha vida só foram possíveis por que planejei todos eles com muito cuidado nos anos ímpares.

E esse ano de agora chegou chegando, me fazendo querer coisas que antes não eram importantes e que agora não sei viver sem ou imaginar meu ano sem elas.

Voltei, depois de muito tempo, a ter uma turminha de crianças de 2 anos de idade, que estão me dando as melhores alegrias, colocando o sorriso no meu rosto diariamente, me dando aquele amor de graça, espontâneo e verdadeiro que só a primeira infância é capaz de dar.

E quanto à vida pessoal, aguardem, novidades estão por vir aqui no bloguinho.



Pequenas Coisas Capazes de te Fazer Mais FELIZ

Sempre gostei de listas. Na verdade nós aqui do Bloguinho, sempre estamos trocando essas listas que surgem na internet e que nos identificam muito. Tem de tudo. Sobre coisas que fazemos quando chegamos aos trinta anos, sobre coisas que só sua amiga vai entender, sobre comportamento na balada aos 15, 20 e 30 anos, sobre coisas que lembram nossa infância e por aí vai.

            Bom essa semana me deparei com uma lista de 51 pequenas coisas capazes de te fazer mais feliz.

#1 - Resgatar músicas da época de adolescente


Há! Não poderia ser mais nós nesse momento. Desde o início do ano estamos todas enlouquecidas aqui em Porto Alegre com a confirmação do Show dos Backstreet Boys na nossa querida cidade. Tá certo que o show só vai acontecer em junho. Mas criamos um grupinho bem restrito no whats onde estamos cantando enlouquecidamente todas as músicas que embalaram nossa adolescência e falando sobre os “meninos”, em como estarão, em como será o show, e rezando para não cantarem muitas músicas novas nessa turnê, afinal, nós somos da velha guarda.

 

Obviamente, em junho, vai ter um novo post contando como foi viver o sonho que criamos 15 anos atrás, em poder vivenciar o momento de cantar o mais alto que pudermos junto com aqueles que nos fizeram ter o nosso primeiro amor platônico da vida.

E a Lista? Acho que mais de um item esse evento é capaz de estar nos proporcionando!

      1.  Resgatar músicas da época de adolescente;
      2. Dançar sozinho em casa;
      3.  Assistir ao nascer do sol de vez em quando;
      4. Jogar conversa fora com um amigo;
      5.  Comprar um livro novo;
      6.    Fazer amizades em lugares inusitados;
      7.    Visitar velhos conhecidos;
      8.    Andar de mãos dadas com um amigo ou um amor;
      9.    Ver a chuva cair através do vidro;
      10. Descobrir uma banda nova;
      11. Receber uma carta escrita à mão;
      12. Dar uma flor a alguém;
      13. Encontrar dinheiro no bolso de uma roupa que estava guardada há tempos;
      14. Olhar fotografias antigas;
      15. Assistir a um desenho animado que marcou sua infância;
      16. Dormir em lençóis recém-lavados;
      17. Fazer outra pessoa sorrir;
      18. Um show de fogos de artifício;
      19. Acordar cedo e ver a neblina sobre a cidade, nos dias frios;
      20. Receber um presente sem nenhum motivo especial;
      21. Abraçar alguém;
      22. Ver o movimento das nuvens no céu;
      23. Presenciar um encontro especial entre desconhecidos;
      24. O cheiro da roupa passada;
      25. Comer seu prato predileto em um dia qualquer;
      26. Receber uma ligação inesperada de alguém muito querido;
      27. Ouvir no rádio, de repente, aquela música legal que você não ouvia há anos;
      28. Tirar um cochilo no meio da tarde;
      29. Descobrir uma habilidade nova;
      30. Raspar o restinho da massa crua de um bolo;
      31. Filmes inspiradores;
      32. Viajar;
      33. Devorar – sem culpa – uma barra de chocolate inteira ou toda uma panela de                  brigadeiro;
      34. Coincidências;
      35. Encontrar o elevador parado no andar em que você está;
      36. Ver balões no céu da cidade;
      37. O semáforo aberto, quando se tem pressa;
      38. Achar para comprar aquele doce que você comia quando era criança e que nunca           mais tinha visto;
      39. Receber um favor de um desconhecido, sem interesse algum;
      40. Gargalhar até que escorram lágrimas;
      41. Cantar sozinho ao dirigir;
      42. Dormir ouvindo a chuva no telhado ou na janela;
      43. Uma bebida muito refrescante em um dia quente;
      44. Beijos;
      45. Cheiro de bebê;
      46. Chegar em casa e encontrar tudo arrumado;
      47. Acordar cedo e descobrir que é domingo;
      48. Encontrar um objeto muito querido que julgava ter perdido;
      49. Tomar um banho demorado;
      50. O cheiro gostoso que fica na pele depois do banho;
      51. Descobrir que a felicidade é muito mais simples do que parece.

       Ps: Ouvindo 100 greatshits do BSB No You Tube

As minhas (não) férias e novas prioridades

Minhas férias!
Vai dizer que todo início de ano escolar você não tinha que fazer essa redação? Tédio!
Azar, vou fazer nesse primeiro texto de 2015 no bloguinho “as minhas (não) férias”, afinal, foram uns 3 meses muito intensos.

- Nota bem importante: não tive férias de verão nesse 2015. Trabalhei todos os dias de janeiro e fevereiro. Por isso, não venha achando que irei narrar grandes aventuras, OK?!

O ano novo foi na beira da praia com o marido. Delícia!
Dia 2/1, cama! Legal, né #sqn
(Estava aí o primeiro sinal que novas prioridades deveriam ser pensadas)

Janeiro foi com semanas quentes e produtivas de trabalho e finais de semana na praia. Ah, e foi interrompido com um mega evento: Foo Fighters, bebê!

(tá esse show, merece um post especial aqui no bloguinho)

Daí, vem o feriado de Navegantes! Vem Maragogi!
E foi lindo, maravilhoso, incrível! 
Isso tudo, todo mundo já sabe. Coloca no google imagens que você vai ver que lugar maravilhoso.


Mas, lá me ví num lugar onde ninguém se preocupa com horários, sinal wifi ou o aviso do iphone que só restam 20% de bateria. Nos dois primeiros dias, entrei em colapso. Depois, percebi que eles são bem mais felizes e sabiam aproveitar o tempo melhor do que eu!
E esse foi um ensinamento pra vida!

A Pam chegou <3 E passamos um final de semana juntas!!!


Chegou o carnaval e “veio uma aranha nos incomodar”.
Uma marrom, para ser mais específica. Na segunda-feira de carnaval, Morena foi mordida e, essa pequena gota de veneno, tem feito nossa filhote lutar pela vida até agora.
(vocês não tem noção o estrago que esse pequeno bicho faz).


Com a Morena internada, minha tendinite ressurgiu das trevas e atacou minha mão direita de tal forma que imobilizar foi a única solução vista pelo meu médico.
Nesse mesmo dia, a tristeza da perda de uma pessoa querida me derrubou.

Estava acabada!
Depois de dias de tristeza, saudades da cã e dor, resolvi rever as minhas prioridades!

Talvez, essa seja a resolução de 2015: descomplicar. Simplificar.
Tarefa difícil! Mas, estou começando aos poucos. A evolução já começa a aparecer: saí de sandália sem ter feito o pé! Simplório? Pra mim, isso é uma proeza enorme - que não me orgulha nada!
Vou tirar 10 dias de férias agora, e tenho esse tempo para me reorganizar e aprender a simplificar mais a vida!

Boa sorte pra mim!

A Saga da Agenda

Todo inicio de ano para mim começa com a minha saga em encontrar a agenda perfeita. Não posso simplesmente entrar em uma livraria e comprar a mais barata ou aquelas pretinhas básicas. Ela tem que ser especial, por que meu novo ano merecem coisas especiais.
                                  
Sou dessas que escreve tudo na agenda (clássica virginiana) e gosto de fazer corações em datas especiais, escrever todos os aniversários, e claro tudo muito colorido. Para mim as agendas são fundamentais no ano, é nela que escrevemos (eu pelo menos) todos acontecimentos importantes, datas tão esperadas e qual foi o dia que comprei ração a ultima vez para o meu gato, por exemplo.

Passo um bom tempo olhando agendas em uma livraria a cada inicio de ano. Por que é um conjunto de beleza, praticidade e conforto. Não pode ser muito grande, nem muito pequena. Tem que ter capa linda, mas ter espaço para escrever dentro e sempre tem que ser de espiral.  

Minhas 3 ultimas agendas
2013 que ganhei de alguém muito especial que 2012 me trouxe
2014 Marcando o ano que entrei para a Faculdade de Fotografía
E 2015... Paris? Praticando a lei da atração. Quem sabe se eu olhar essa palavrinha todos os dias ;)

Encontrado todos os elementos de uma agenda perfeita é a hora de comprar e chegar em casa para escrever coisas que já programamos para o ano. Os aniversários, as viagens programadas, o primeiro dia de aula, e esperar... para enche-la de bons momentos e recordações.


Agora que já encontrei minha agenda perfeita... Pode vir 2015, que vou lhe usar. ;)

Palavras que nos definem

Escrevendo um texto no trabalho sobre uma pessoa que dedicou 60 anos de sua vida por uma missão, me fez pensar...
Pelo que quero ser lembrada na minha vida?
Qual marca quero deixar?

****
É bem natural que no final de cada ano, façamos um balanço das nossas vidas. Eu faço instintivamente!
Quando vejo, estou recapitulando tudo o que aconteceu e o que eu quero que aconteça no próximo ano. Mas, o que acho diferente, é que o meu esforço é sempre para resumir os 365 dias em apenas uma palavra.  Então fica mais ou menos assim: esse ano foi de xxx, ano que vem quero me dedicar mais a yyy.
Daí encerro o balanço! 
Faço o pedido e, de costas, jogo lentilhas no telhado - simpatia de ano novo que aprendi e sempre deu certo!



****
[retomando...]
Foi então que me deparei com a questão: qual palavra quero que defina minha vida/existência?
Tipo... aquela que será a primeira lembrada quando falarem o meu nome!

Esses tempos, participei de uma dinâmica que era exatamente isso: tínhamos que pensar em uma palavra que nos definisse, que pudéssemos tatuar como nossa. A primeira coisa que pensei foi “já tenho palavras tatuadas...” e, depois, a palavra DEDICAÇÃO não saía da minha cabeça!
Tentei pensar em várias outras e, sendo honesta comigo mesma, DEDICAÇÃO era a melhor!

Mas, percebi que quando são os outros que me definem, a palavra muda um pouco. Uma das frases que mais escuto dos meus amigos/familiares é: “Juli, você tem que parar de se ENVOLVER tanto...”. E eu sempre juro que vou parar. Mas, no segundo seguinte...

Assim, se pudesse unir essas duas palavrinhas e, nos meus quase 29 anos de vida, pudesse marcar uma palavra em mim seria ENTREGA!
Como me entrego a tudo o que faço! Muitas vezes, até demais!!!
Ao trabalho, aos amigos, a alguma tarefa ou pedido de alguém... Às vezes, queria conseguir fazer o “mais ou menos”, mas não! A entrega sempre tem que ser absoluta!
E por mais que eu sofra bastante com tanta entrega – até porque, em muitos casos, o tamanho da entrega é proporcional à decepção  - acho que estou bem de palavra! 

Escrevendo o texto, que inspirou esse texto aqui, penso que só a entrega total a uma ideia, missão pode fazer a vida valer a pena. Viver com toda a intensidade tudo aquilo que se faz é, para mim, o melhor jeito para se viver!


Irmãos

Sim, os textos do Blog nos serve de inspiração às vezes. Inspirada no texto lindo da Juli da quarta passada sobre irmãos logo me deu vontade de falar dos meus. Eu também não tive chance ser a única, já nasci com 5 irmãos. E isso sempre me fez muito feliz. Sou a mais nova e, portanto tenho o direito de ser a “princesa” da casa. Toda vez que alguém me pergunta quantos irmãos tenho começo a explicar o clássico “os teus, os meus e os nossos”. Meus pais antes de se conhecerem já foram casados. Meu pai teve 3 filhos no primeiro casamento, minha mãe 2 e depois de dois anos juntos me tiveram. 

Drica, Cau e Lú (de pai)
Meu pai como casou cedo teve minha irmã mais velha bem novinho, quando nasci ela já tinha 20 anos e estava gravida. Já nasci cheia de irmãos e TIA. Tenho um sobrinho com meses de diferença de mim. Às vezes na escola eu o obrigava a me chamar de tia (por que nesse momento parecia muito divertido).

Ou seja, tenho muitos irmãos, sobrinhos com idade para serem meus irmãos e sobrinhos-netos com idade para serem meus sobrinhos. Sim, já sou tia avó. No total são 11 sobrinhos, 2 sobrinhos-netos e um irmão que ainda não tem filhos. Ou seja (2), contando comigo que ainda não tenho filhos (por que aqui não vamos contar gatos e cachorros) falta muita criança ainda nessa família.

E as cobranças já começaram. Por que no meio dessa gente toda tem um que ainda não é tio (como?). Explico. Dos meus dois irmãos por parte de mãe só um tem filho, o que depende de mim e do Maninho (os que ainda não tem filhos) dar um sobrinho pra ele. Por mais que eles tenham adotado todos os meus, ainda falta ser TIO de verdade (e se depender de mim vai demorar um pouquinho ainda).

Maninho/Éverson e Mano/Emerson (de mãe)
E voltando aos irmãos... Odeio quando alguém me diz: Ah, mas tu não tem nenhum irmão de verdade, são todos meio-irmão teu. Oi? Existem meio pai, meia mãe, meia pessoa? Não gente. São irmãos e pronto. Sempre digo que o “meio” é para dizer que além de irmãos são “meio” como pais, amigos, confidentes, psicólogos e sempre tenho colos... muitos colos. E são as pessoas mais importantes pra mim.

Acho que é por isso que tenho vontade de ter muitos filhos. Acho que 4 pra mim não vai ser suficiente. Quero uma família grande. Não quero filho único... em quem ele vai colocar a culpa quando fizer alguma travessura? E claro, preciso passar a coroa de princesa da família né gente. :P


E já dizia Pedro Bial: Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado
E possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.<3


Sobre gostar de ler

Por quase todos os anos em que estudei, fiz isso em escola pública. Nunca tive horror a ler, mas também nunca fui estimulada com bibliotecas recheadas de livros em minhas escolas. Contudo, fazia o que pudia. Leituras de lazer acontecerem de forma heróica por parte da família com alguns títulos infantis.

No Ensino Médio fiz o curso Normal ( ou magistério se preferir ) e minha professora de literatura fazia um esforço gigante para fazer com que nos interessássemos pelo livro didático de literatura que nada servia de estímulo para gostar dos clássicos brasileiros.

Quando veio o vestibular, a mágica foi feita através dos incríveis resumos que os professores contavam e disponibilizavam pra gente dentro do cursinho.

Enfim, prestei vestibular pra UFRGS e fiz ENEM sem ter lido um clássico, sem ter um livro favorito. O máximo que sabia de alguma obra de  Machado de Assis era o filme Memórias Póstumas de Brás Cubas, que assisti no cinema com as colegas e a esforçada professora de Literatura. Cheguei a maioridade, com 19 anos assim: sem ter lido um livro sequer daqueles esperados para minha idade.

Foi então que, no meu estágio do curso Normal, surgiu uma febre entre meus alunos de 8 anos. Um Bruxo que entrava em uma escola de magia e dominava todos os materiais escolares, e assuntos do recreio. Harry Potter era o assunto da vez e as crianças pediram para ver o filme com os colegas na escola.

A professora maluquinha aqui, montou todo um plano pedagógico que contemplasse o pedido das crianças, com outros textos, outras atividades e até brincadeiras. Deixando a parte pedagógica de lado, o fato é que o tal bruxo de 11 anos me pegou de jeito e, depois de assistir o primeiro filme, já fiquei louca pra assistir o segundo. Talvez pelo universo escola, pelo fato de se passar em castelos, de lembrar um pouco a era medieval, o contexto realmente me pegou.

Assistido o filme 1 e 2, sabia que o 3 estava em fase de produção. Mas levaria mais de ano para chegar aos cinemas.

Entrei pra PUC e lá descobri a incrível biblioteca que me ofereceu a possibilidade de ler aquilo que o cinema me traria só depois de um ano. E se era para ler, iria começar do primeiro. Foi então que li o livro 1, quinze dias depois devorei o livro 2, e finalmente conheci a história do livro 3 totalmente envolvida em um texto muiiiito melhor que o filme. Peguei o livro 4 emprestado, mais de 400 páginas. Nessa altura, já lia muita coisa para faculdade com grande facilidade, afinal, quem lê 400 páginas de lazer em 15 dias, trabalhando e estudando, consegue ler um livro de leitura obrigatória com 100 páginas em uma noite.


O livro 5 estava na lista de espera, 15 pessoas na minha frente, que poderiam ficar 14 dias cada um com o livro. Ou seja, demoraria muito para eu ler se eu fosse pegar emprestado na PUC.

Comprei o livro, e então surgiu outra paixão, as livrarias!
Quando lançaram o livro 6 em português, Já me considerava uma fã. Li em três dias. E por fim, o livro 7, não aguentei esperar o lançamento. Li da internet, uma versão que foi fotografada da gráfica em inglês e traduzida por fans em português. Li todo ele no meu computador.

Um pedaço da minha coleção de livros

Entre um HP e outro, fui gostando e aprendendo a ler outros tipos de literatura. Confesso que ainda não li Machado de Assis, mas, já li tantas outras coisas. Claro que ainda preciso e quero aprender a ler poesia, um desafio talvez. Contudo, Harry Potter sempre ficará na parte mais nobre da minha biblioteca, pois, foi com ele que todos os outros vieram fazer companhia para ele.




Sobre a magia da noite

Acho que nunca, nunquinha mesmo, vou me acostumar em acordar de manhã cedo. Faço, por que trabalho com crianças e crianças acordam cedo, e por isso vão à escola e lá precisam de professores.

Meu momento de produção intelectual sempre acontece depois das 20h. Estava tentando entender o motivo disso e me observando e trabalhando o pensamento sobre o meu pensamento, cheguei à conclusão de que é a hora do dia em que meu cérebro está ligado a mil. Não interessa se eu acordei às 5h da manhã, depois das 20h acontece uma explosão de ideias e pensamentos na minha cabeça, que borbulham assim que o Sol se põe.

Tudo bem que as ideias nem sempre são produtivas. Algumas vezes são ideias loucas, bestas, sem sentido, outras são ideias maravilhosas que estão ou não voltadas ao trabalho.

A noite me encanta (ainda mais nesses tempos de verão) pois não está tão quente. A cidade para, o silêncio inspira, os ruídos todos se vão e posso me ouvir mais e nitidamente.



Melhor seria se eu pudesse, além disso, fazer a faxina da casa de noite e madrugada, mas, apesar da minha vizinha de cima praticamente fazer aula de jump e varrer o chão com escovão de aço perto da meia noite, respeito meus vizinhos.


Pela noite, não preciso me preocupar se estou a 8 horas trabalhando nas minhas ideias sem comer, já não há mais atualizações no facebook e conversas inbox pipocando. Sou eu, o barulho do teclado, os livros, os textos, os vídeos e aquele ventinho que só a madrugada sopra pela janela.

O marido não curte muito, chama quando percebe que são 2h da manhã e não fui dormir...
Se não fosse ele, acho que viraria uma coruja!

Um maduro amor adolescente

Essa notícia acabou com a minha vida:



Tem noção? Backstreet Boys em Porto Alegre!
É muita emoção para o meu pequeno coração <3

Quando saiu a notícia, já avisei mana e a Lê - amiga de looonga data, com quem compartilhei esse amor platônico.
Lembro, perfeitamente, quando eles vieram em 2001. O show Black & Blue passou pelo Rio e por São Paulo e eu passei dias chorando. Coisa de adolescente que assinava o nome como Juli Carter – sim, o Nick é o meu preferido!

Sabe esse show? Eu não fui!

O engraçado é que depois desse show, briguei com a banda. (Re)Comecei a ouvir mais rock, conhecer sons mais pesados e esqueci das coreografias e dos coros com cinco vozes, absolutamente modificadas em estúdios.

Tive aquela fase de negar até a morte que gostava deles, aquela de pensar o que fazer com todos os CDs que tinha e não ter a menor de colocar no lixo todas as revistas e fotos.

Agora, mais velha, conto para todo mundo que amava eles e sigo espalhando por aí que vou no hotel para conhecê-los – isso seria muito engraçado! Ainda tenho os CDs, que ainda tocam quando fazemos noites mulherzinha aqui em casa!

Se eles vierem mesmo pra cá, aguardem “cenas dos próximos capítulos”!
Se não rolar, pelo menos ficam as risadas por tentar lembrar as coreografias com as gurias.


Com a corda toda

 Hoje acordei literalmente elétrica. Sabe esses dias que tudo que se encosta leva choquinhos? Pois então... Estou assim. Quando abri os olhos pela manhã senti que tinha dormido muito, tinha medo de olhar o relógio e ser às 11hs da manhã. Quando olhei eram 8hs e sorri feliz.

Levantei com todo pique, tomei café da manhã, fiz um mate e coloquei bem alto musicas do Charlie Brown Jr (nossaaaa, quanto tempo fazia que eu não escutava as antigas musicas do CBJR) e comecei a trabalhar. Entre um contato e outro levantava e dançava pela sala. Assim, bem louca.

As 13hs já não podia estar em casa, troquei de roupa e fui para a academia. Quando esta muito calor vou de ônibus até lá, assim que quando cheguei na parada consultei em quanto tempo chegaria o bus: 7 minutos. 7 MINUTOS? Não podia ficar parada 7 minutos e sai caminhando com calor e tudo.

Já na academia comecei pelo Elíptico, e foram 25 minutos bem intensos. Era dia de treino de braço mas queria fazer tudo, assim que fazia braço e perna intercalado enquanto levava choquinhos em cada maquina nova que encostava. Quando terminei meu treino faltavam 50 minutos para uma aula especial de abdominais... que obvio não queria perder. Fiz minha instrutora (e amiga Gaúcha linda) me dar mais exercícios para fazer tempo.

Já não tendo mais nada para fazer fui para a esteira. Corri 25 minutos. CORRI 25 MINUTOS. Normalmente corro 2 minutos e caminho 3, corro 2 e caminho 3. Mas já que estava louca hoje só corri. Sai da esteira e fui direto para a aula de abdominais. E foram mais 20 minutos só de abdominais. E na minha cabeça eu só pensava: QUE PASÓ? (Por que as vezes eu penso em espanhol).

Depois de 2hs na academia volto pra casa de ônibus e quando vou pagar a passagem  a maquina que se passa o cartão do bus fez um bip horrível e começou a reiniciar. Acho que era tanto magnetismo hoje no meu corpo que estraguei a maquina (pelo menos não paguei passagem).

Bom, chego em casa e descanso um pouco. Que nada, LIMPEI TODA A CASA ainda. Tomei banho e agora escrevo esse texto... são 16:40. Falta muito par acabar meu dia. E sigo com a corda toda. A única coisa que penso agora é que quero mais dias assim. O verão já esta ai. Se continuar assim pode ser que eu desista da ideia de usar maiô nessa temporada. :D

Ps.: Isso foi dia 13. Era demais para uma segunda-feira. hehe

Escreve sobre isso no teu blog!

Essa frase – e todas as suas derivações – é corriqueira na minha vida.
Não é mentira que quando pensei no blog a ideia principal era ter um registro de todos os pensamentos, teorias e histórias malucas que eu e minhas amigas tínhamos.
A ideia era ter muitas “noites mulherzinhas” durante a semana.


Por isso, sempre que vemos o número de acesso ou alguém se refere ao bloguinho, fico muito surpresa!
Estranho, né?!
Porque parece óbvio: se você tem um blog, publica coisas, as pessoas podem ler!

Só que, não sei quantas vezes, alguém faz comentários do tipo “também lembro das coreografias do é o tchan!”, “e aí, Sandy!” ou “também gosto de rock e Anitta!” e  pergunto surpresa: como vocês sabe disso?
Horas, Juli. Porque você postou no blog!

Mas, além isso, muitas vezes sou “pautada” e – CONFESSO – toda vez que isso acontece, começo a escrever textos mentalmente. E alguns dos textos que publiquei, são inspirados nas sugestões que vocês me dão!


Acho que vou seguir surpreendida – e, às vezes, envergonhada – quando se referirem aos nossos textos do bloguinho. Mas, adoro ver como ele tem me aproximado de pessoas!


30 sobre 30 - #2

Continuando a série de 30 Coisas sobre meus 30, hoje vou falar de uma passagem da minha infância que até hoje é uma das histórias que nós mais gostamos de contar. Uma história que nem sempre todas as meninas normais fazem e que eu e a Juli tivemos a oportunidade de vivenciar.

#2 Viajei dentro de um baú de caminhão

Sempre tivemos casa da praia, presente de um avô e avó que compraram uma para que os netos pudessem aproveitar o verão no litoral. Mas nem sempre tivemos carro. Na verdade, na infância, tivemos carro por pouquíssimo tempo, a grana sempre era curta, mas nunca deixávamos de fazer as coisas e viajar pra praia sempre foi uma aventura. Em um feriadão de outubro, resolvemos passar na praia. Juntamos nossa família, nossos agregados (família número dois) e minha mãe deixou eu levar uma amiga. Fomos todos de Unesul interpriaias (O velho pinga-pinga que leva mais de 3 horas para chegar em Atlantida Sul) e o feriadão foi bem divertido com a casa cheia, como sempre.
Daí, no domingo de tarde, recebemos uma oferta de carona: Voltar para Porto Alegre dentro de um baú de um caminhão da Uguine. Sim!

Na foto todo mundo voltando pra Poa!

Enquanto estava claro, estava tudo bem, mas o sol começou a se pôr e dentro do caminhão estava um breu só. Começaram as brincadeiras de código Morse, com as luzes do relógio digital. Celular, não existia nas nossas vidas. Foi uma diversão só. O único medo, era que fôssemos parados em uma fiscalização. Perto dos pedágios e postos da polícia rodoviária, que espiávamos pelo buraquinho que tinha na parede do baú, ninguém dava um piu.

Até que o caminhão parou no meio da estrada. Todo mundo gelou. A porta abriu. Era o motorista, o vizinho de praia, o mesmo que nos ofereceu a carona, para perguntar se estava tudo bem. Baita susto!


Fim de viagem e mais uma história pra contar!


Mudanças de interesses

Logo depois que fomos, a Juli e eu, cada uma pra sua casa, comentamos que nossas tardes de compras mudaram um pouco. Antes passávamos em frente de vitrines e ficávamos horas e horas falando sobre bolsas, sapatos e roupas, adorávamos comprar todos esses itens.

Porém, com as nossas casas, os assuntos das Noites Mulherzinha mudaram um pouco. Passamos a comentar, além de todos esses assuntos anteriores, sobre o melhor produto de limpeza, a promoção do supermercado e aqueles eletrodomésticos tão sonhados, sobre faxina e nossas conquistas na casa nova. Tá, ainda falamos de roupas e acessórios, mas eles cederam um pouco do seu território totalitarista para outros assuntos.

É estranho como a vida adulta vai mudando os nossos interesses e conforme o tempo passa, outras coisas que nunca foram o foco da nossa atenção, simplesmente viram o nosso novo amor. Passamos a falar sobre decoração, sobre móveis, sobre panelas e almofadas.

Acontece que nos últimos dias, fui surpreendida pela minha mais nova paixão: as ferragens e madeireiras!

Sempre fui meio professor pardal, resquícios de uma adolescência voltada para o escotismo. E confesso que a chave de fenda sempre me chamou mais atenção que a esponja e o esfregão. Inclusive, pouco tempo depois da mudança, herdei o roupeiro que foi da minha avó e quem montou ele fui eu, enquanto o marido lavava a louça.

Ele já chegou em casa comigo rebocando a parede, lixando madeira, pintando armário, furando parede, entre outras coisas.

E as ferragens e madeireiras com tudo isso?

Ainda tenho dúvida de como eles conseguem ganhar dinheiro vendendo tudo por tão pouco preço. Só sei que agora elas são meu paraíso (e já fiquei amiga do vendedor) agora que resolvi decorar e criar móveis sustentáveis para sala, e olha, até que tá ficando bem bonito!

Aceitando esses itens como presente de Natal!







 
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